Forra a caixa, por dentro com papel de aluminio mas coloca qualquer coisa por fora, uns pines, por exemplo, que é para não parecer estranho. Assim, aparece qualquer coisa de inofensivo no raio-X.
boa ideia! vou mandar 2 um com formiga e outro sem... para ver o que passa e o que não passa!
Enrolei o tubo de ensaio em papel alumínio, mas ainda tem a questão do Infravermelho. Por isso vou colocar uns brinquedinhos de plásticos, daqueles que custam centavos, carrinhos, etc, na caixa que vai pra mesquita, pra criar uma distração pra o caso deles, ainda assim conseguirem ver dentro. De repente pensam que é tudo brinquedo. :^) Devo postar a sua caixa amanhã, Mesquita! Vão 1 rainha, alguns ovos, 1 larva e 6 operárias. Tomara que realmente cheguem às suas mãos, pois estas formigas são interessante demais.
Abração
Melk, é claro que elas continuam do mesmo tamanho, depois de nascerem já não crescem mais, são-lhes é atribuidas outras tarefas, independentemente do tamanho. Eu vou procurar e depois digo-te quanto tempo mais ou menos é que elas ficam com cada tipo de "emprego"
Valeu amigão!!!
É bem provável que num futuro próximo eu precise mais da ajuda de vocês, pois aqui na Universidade um grupo de doutores estão formando um grupo de pesquisa de inteligência artificial aplicada, e eu tenho uma pesquisa sobre jogos digitais e consciência... Então imagine um formigueiro digital que seja autosuficiente, de verdade, baseado na estrutura social e estrutural da realidade!!!! :wink:
Abração
Enrolei o tubo de ensaio em papel alumínio, mas ainda tem a questão do Infravermelho. Por isso vou colocar uns brinquedinhos de plásticos, daqueles que custam centavos, carrinhos, etc, na caixa que vai pra mesquita, pra criar uma distração pra o caso deles, ainda assim conseguirem ver dentro. De repente pensam que é tudo brinquedo. :^) Devo postar a sua caixa amanhã, Mesquita! Vão 1 rainha, alguns ovos, 1 larva e 6 operárias. Tomara que realmente cheguem às suas mãos, pois estas formigas são interessante demais.
Abração
Escreve um papelinho a dizer: Mesquita para os teus filhos. =D>
Como vocês diriam, no Brasil, ficamos a torcer.
Há um tamanho ideal para o formigueiro de Messor? Porque tenho pronto este formigueiro abaixo que tem 12 X 16 cm , com 13 câmaras e um vidro de 3mm sobre as galerias. Eu mantive a tampa de plástico para ajudar a fixar o papelão que proporciona a escuridão na colônia. Este formigueiro é grande o suficiente para ter, tranquilamente, uma colônia permanente de messor? Ou preciso fazer outro maior? :shock: eheheheh!
http://www.megagaleria.com/pictures/Pic_16271_10.jpg
Abração
Creio que com o tempo vais precisar de um maior. Eu não usaria papelão antes uma folha de plastico vermelho, porque com o papelão não consegues ver nada e tens de o tirar para ver e isso "stressa" a colónia. Com o plástico vês à vontade e não perturbas a rainha. A tampa deve ficar só encostada de modo que quando a levantares não fazeres abanar tudo. A câmara que serve de padaria tem de ser mais funda do que as outras porque elas gostam de se pendurar de cabeça para baixo a amassar o pão, pois assim a saliva escorre melhor para a massa; num segundo ninho deverás possivelmente ter duas padarias. Creio que se ficarem com o dobro do tamanho de uma operária ou de uma major, já deve ser suficiente.
Tá porreiro =D> Fizeste isso tudo por ti próprio :?: :!: :P Aceitas encomendas :?:
Creio que com o tempo vais precisar de um maior. Eu não usaria papelão antes uma folha de plastico vermelho, porque com o papelão não consegues ver nada e tens de o tirar para ver e isso "stressa" a colónia. Com o plástico vês à vontade e não perturbas a rainha. A tampa deve ficar só encostada de modo que quando a levantares não fazeres abanar tudo. A câmara que serve de padaria tem de ser mais funda do que as outras porque elas gostam de se pendurar de cabeça para baixo a amassar o pão, pois assim a saliva escorre melhor para a massa; num segundo ninho deverás possivelmente ter duas padarias. Creio que se ficarem com o dobro do tamanho de uma operária ou de uma major, já deve ser suficiente.
Tá porreiro =D> Fizeste isso tudo por ti próprio :?: :!: :P Aceitas encomendas :?:
Oi Luis!! Muito obrigado pelas informações.
Já comprei uma vasilha plástica maior para fazer o formigueiro que receberá a rainha de Mesquita.
Fiz este da foto a fim de ter uma colônia de Messor, porque na área de design tem uma disciplina chamada 'Biônica', onde pesquisamos os mecanismos da natureza. E com o formigueiro de messor espero escrever um artigo sobre biônica e publicá-lo. Aceito encomenda sim... eheheheheheheh!!!! :grin: Tenho um modelo vertical também onde estão as minhas cremas. Depois posto a foto. Estes de gesso são experimentos pra ver como a coisa funciona, pois quero desenvolver um que seja prático e industrializável.
Abração
Mas não as deves colocar num ninho excessivamente grande logo de inicio. Começa com um mais pequeno, o da foto por exemplo e, depois quando ele estiver cheio mudas para outro ou ligas outro. Não esqueças que na natureza elas vão aumentando o ninho à medida que necessitam.
Se começares com um ninho grande veda o acesso a uma parte e vais aumentando o numero de câmaras acessiveis à medida que a colónia cresce.
Isto para ninhos pré-fabricados, no caso de ninhos escavváveis, que são os que eu uso, não tem essa limitação pois elas vão escavando mais salas conforme necessitam. As minhas Camponotus substitutus estão a atravessar uma fase de grandes excavações porque o número de formigas de todas as castas aumentou muito nestes ultimos três meses.
Putz, Luis. Você não tem fotos deste seu formigueiro, não? Queria muito vê-lo. Deve estar numa situação interessante!!!
Abração
Tempo médio de permanência das formigas nos diferentes tipos de emprego/trabalho, variando com as espécies, número de operárias e condições climáticas :
- Do nascimento até ao décimo dia: tratar da rainha;
- Do 11º dia ao vigésimo: tratar dos casulos;
- Do 21º ao trigésimo: tratar dos ovos e alimentar as ninfas;
- Do 31º ao quadragésimo: tarefas domésticas de limpeza e manutenção do ninho, alem das tarefas anteriormente atribuidas com a rainha, os ovos e as ninfas;
- Ao 41º dia são autorizadas a sair do ninho e até ao 50º fazem sentinela à porta e outras tarefas próximas;
- Do 51º até ao fim da vida: recolha e transporte de alimentos (caça, recolecção de sementes, colheita de folhas, recolha de nectar das flores e da "vacada" (pulgões, cochonilhas, etc)), defesa e ataque e outras tarefas que em caso de necessidade lhes possam ser atribuidas.
É claro que o tipo de tarefas depende das espécies, uma formiga cortadora de folhas não caça insectos ou uma formiga carnivora não recolhe sementes.
Também o tempo em cada uma das fases do ovo ao imago (insecto perfeito/formiga adulta) varia com as espécies e para cada espécie com a temperatura, humidade e disponibilidade de alimentos. Em espécies como as Acromyrmex octospinosus há castas que practicamente só tratam da cultura do fungo, eliminação das partes velhas ou mortas e trabalham na lixeira mas, em geral, não transportam lixo (restos do fungo, formigas mortas, etc.), nem nunca cortam nem transportam folhas, o que seria dificil e pouco rentável dado o seu pequenissimo tamanho. Noutras espécies há castas guerreiras (major) que só tomam conta dos acessos ao ninho, protegem as operáris ( Atta sp.) dos ataques de outras formigas, moscas e vespas parasitas,etc.. Também com as formigas carnivoras sul americanas e africanas ( marabunta) estas fases são diferentes tanto mais que muitas não têm ninho, apenas acampamentos temporários e, há operárias cuja principal tarefa é transportar ao rainha às costas quando elas se deslocam nas migrações/expedições de caça.